Circuito Brasileiro

  • Crédito: Swatch Major Series

    Bruno afirma que ouro olímpico tirou contêiner das costas.
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    Burno Schmidt e Alison começam a planejar a trajetória para Tóquio 2020.

Alison e Bruno repactuam dupla

Campeões olímpicos começam em Brasília novos passos para conseguir chegar em 2020
Por: João Teixeira e Altair Santos - 13/10/2016 14:09:07

A dupla Alison e Bruno Schmidt repactuou a parceria vitoriosa, e que culminou com a conquista do ouro olímpico, em agosto. A partir da etapa de Brasília do Circuito Brasileiro Open, neste fim de semana, eles iniciam a caminhada para tentar repetir o feito em Tóquio 2020.  Mas antes, o time ainda precisa se recuperar completamente do desgaste que teve para subir ao alto do pódio na Rio 2016.

Segundo Bruno Schmidt, os Jogos exigiram muita energia e força mental da dupla. “Foi um torneio de duas semanas em que nunca senti tanto desgaste mental. Era o momento mais importante de nossas vidas e isso colocava a gente sob tensão constante. Só a gente sabe o quanto foi difícil para completar esse ciclo olímpico. Conquistar a medalha de ouro foi como tirar um contêiner das costas”, comparou Bruno.

O atleta, que recentemente completou 30 anos, afirmou que a conquista do WT Finals - logo após as Olimpíadas - serviu para abaixar bastante a adrenalina. “Fomos para Toronto pensando em se divertir, mas sem perder a competitividade. A presença da família lá ajudou e acabamos superando nossas expectativas”, disse Bruno Schmidt, afirmando que será assim também em Brasília.

Foi na capital federal onde tudo começou para Bruno, e ele sabe que verá rostos conhecidos na arquibancada da arena montada no estacionamento do estádio Mané Garrincha. “A etapa de Brasilia é legal de jogar. Tem aquele pessoal que me acompanha desde o inicio da carreira. Olhar para a arquibancada e ver rostos conhecidos dá uma motivação a mais. Espero que possamos corresponder as expectativas, mas não estamos indo com muito cobrança”, garante.

O plano de Alison e Bruno Schmidt é aproveitar o final de 2016 para recuperar o fôlego, sarar as lesões, se reestruturar como equipe e em 2017 voltar a focar nos principais eventos, principalmente a Copa do Mundo na Áustria. “Somo atletas experientes e gostamos de competir, crescer e estar atentos às evoluções do circuito. Os dois agora já estão na casa dos 30 anos e precisamos usar essa experiência no próximo ciclo olímpico. Vamos recuperar muito nossa energia, para começar tudo novamente”, assegura.


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