Olimpíadas

  • Crédito: Divulgação/FIVB

    Aos 29 anos, a bela Laura Ludwig busca sua terceira participação olímpica.
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    Ludwig/Walkenhorst celebra grande momento na carreira.

Ludwig/Walkenhorst é o plano A da Alemanha

Bem colocado no ranking olímpico, time é esperança de medalha alemã nos Jogos Rio 2016
Por: Redação - 12/01/2016 12:39:28
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Campeãs europeias, do Circuito da Alemanha e com grandes apresentações no Circuito Mundial, Laura Ludwig e Kira Walkenhorst viveram um ano exemplar em 2015. Entretanto, a palavra de ordem do time ao longo da temporada, que figura na 3ª colocação no ranking olímpico provisório, atrás apenas das brasileiras Ágatha/Bárbara Seixas e Larissa/Talita, já garantidas nos Jogos do Rio, foi superação. Meses atrás, Walkenhorst sofreu uma lesão no joelho, e o sonho do torneio olímpico em Copacabana, que hoje é realidade, ficou seriamente ameaçado.

Meses antes, a atleta de 25 anos havia vencido uma árdua batalha contra a mononucleose, e que a afastou durante 11 longos meses das quadras. “Foi um golpe muito duro no rosto, principalmente porque tudo aconteceu antes do início da temporada 2015, e onde havíamos tido uma preparação realmente incrível. Por vezes me vi sem saber o que fazer, e já não era a pessoa alegre que eu realmente sou. Do dia para noite o sonho das Olimpíadas estava em questão. Foi um momento difícil, mas ficou para trás”, disse Laura Ludwig, em entrevista ao jornal alemão Berliner Morgenpost.

De volta ao que mais gostam de fazer, Laura e Kira emplacaram 8 top-10 nas últimas 11 competições pelo Circuito Mundial, incluindo o título do Grand Slam de Yokohama, no Japão, e ainda do Open de Puerto Vallarta, no México, na abertura da temporada 2016. Oficialmente, a qualificação aos Jogos no Rio vai até 13 de junho – menos de um mês antes do torneio olímpico -, mas diante do belo desempenho, e com o posto de time número um da Alemanha, Ludwig já se vê nas areias de Copacabana.

“Eu vejo uma belíssima e lotada arena em Copacabana, com samba e vôlei de praia de alto nível. Me sinto totalmente bem, muito animada, e muito feliz por fazer parte deste momento”, projeta, com entusiasmo. “Ainda há um longo caminho, mas de alguma forma ele é palpável. Estamos conseguindo manter um bom nível de apresentação, assim como os resultados, então já pode pensar na preparação física e mental”, completa.

Nos bastidores, as atletas contam com um importante aliado: Jürgen Wagner, técnico que levou Julius Brink e Jonas Reckermann ao ouro olímpico em Londres 2012, derrotando na decisão os brasileiros Alison e Emanuel. Laura Ludwig revela que o treinador acaba o ponto de equilíbrio do time, extraindo o melhor de cada atleta. “Jürgen é uma influência calmante, que tem visão e transmite que você acredite, que é possível conquistas seus objetivos. Eu sempre fui agitada, mas com ele aprendi a ter maior controle emocional”, finaliza.

Também brigam por vaga aos Jogos as duplas Holtwick/Semmler, Laboureur/Sude e Borger/Büthe. A primeira competição de 2016 válida pelo Circuito Mundial, e que contará com disputas no feminino e masculino, será o Open de Maceió, em Alagoas, de 23 a 28 de fevereiro.



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